domingo, 9 de fevereiro de 2014

A Fábula do Porco-espinho.



Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.

Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Beijinhos carinhosos e uma boa semana!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O Velho e o Mar



Olá meus queridos, quem já leu "O Velho e o mar"? Encontrei esse vídeo na internet é um desenho animado, mas parece de verdade. Foi feito pelo Alexandre Petrov, um desenhista russo. Ele desenha as pessoas, os animais, as paisagens e faz suas animações “de uma forma muito realista”. Ele pintou O Velho e o Mar no vidro, quadro por quadro, diz que durante esse trabalho ele pintava, fotografava, apagava e pintava o próximo.  Espero que gostem e depois leiam o livro.

Essa é a história de um homem que convive com a solidão do alto-mar, com seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e sua inabalável confiança na vida. Esse é o fio do enredo - fio tenso como o que prende na ponta da linha o grande peixe que acaba de ser pescado - com o qual Hemingway arma uma das mais belas obras da literatura contemporânea. Há 84 dias que Santiago, um velho pescador, não apanhava um único peixe. Por isso já diziam se tratar de um salao, ou seja, um azarento da pior espécie. Mas Santiago possui têmpera de aço, acredita em si mesmo, e parte sozinho para o mar alto, munido da certeza de que, desta vez, será bem- sucedido no seu trabalho.
Dois anos após a publicação desse livro, que se tornou um clássico da literatura contemporânea, Hemingway recebeu o prêmio Nobel de Literatura. 
Beijinhos carinhosos...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Culpa é das Estrelas

Olá meus queridos, emocionante D+! Chorei com o trailler, imagina com o filme e o livro...


 


Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


Beijinhos carinhosos...

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

MECDAISY

Olá meus queridos, hoje eu trago uma grande novidade para vocês que acabou de chegar: Mecdaisy!
Estou apaixonada! Vou postar algumas fotos e maiores esclarecimentos. Ainda estou em fase de teste mas vou comentando aqui, fiquem tranquilos!!!!

O que é Mecdaisy?

O Mecdaisy é uma nova ferramenta digital de apoio ao trabalho pedagógico realizado na educação inclusiva, que facilita o acesso aos portadores de deficiência visual à leitura e ao mesmo tempo às novas tecnologias, hoje,  uma necessidade de todo cidadão.
    Recebendo o nome de mecdaisy, esse conjunto  de programas permite transformar qualquer texto disponível no computador em texto digital falado, excelente recurso auditivo alternativo a linguagem em braille, usada por cegos ouvintes, embora ainda permita ao usuário a opção em braille daquilo que está ouvindo.   Além dessas, o mecdaisy apresenta outras características próprias que o diferencia dos outros softwares como os recursos de navegabilidade que permite anotações e marcações de textos a partir de  movimentos de teclas de atalho ou do mouse.


O Ministério da Educação lança o Mecdaisy, uma solução tecnológica que permitirá a produção de livros em formato digital acessível, no padrão Daisy (Digital Accessible Information System), a ferramenta brasileira traz sintetizador de voz (narração) e instruções de uso em português brasileiro. O software permite converter qualquer texto em formato Daisy e, após a conversão, é possível manusear o texto sonoro de maneira semelhante ao texto escrito. “O Mecdaisy permite que o usuário folheie, consulte o índice, pesquise, faça comentários”, enumerou o analista de sistemas da UFRJ, João Sérgio Assis, que participou da equipe de desenvolvimento da ferramenta.
“Pelo depoimento de quem usa, sabemos que as pessoas com deficiência terão à disposição facilidades para manusear livros de maneira mais proveitosa”, afirmou o Fernando Haddad.
Desenvolvido por meio de parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ.
Este padrão apresenta facilidade de navegação pelo texto, permitindo a reprodução sincronizada de trechos selecionados, o recuo e o avanço de parágrafos e a busca de seções ou capítulos. Possibilita também, anexar anotações aos arquivos do livro, exportar o texto para impressão em Braille, bem como a leitura em caractere ampliado. Todo texto é indexado, facilitando, assim, a manipulação através de índices ou buscas rápidas.
Além dos benefícios do Mecdaisy às pessoas com deficiência visual ou física que podem ter acesso à leitura sob a forma de áudio e texto digital, destaca-se que está disponível a metodologia para geração de livros neste padrão, que poderá ser utilizada gratuitamente nas escolas e instituições de educação superior, para garantia da acessibilidade. 
 
Os interessados poderão baixá-la, gratuitamente, no portal do Ministério da Educação.
 
Alguns modos de utilização:

 Maria Machado comenta sobre o tema ressaltando que "qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em computação pode produzir livros digitais e ler as obras com mais autonomia". Deixa claro que o uso desta nova tecnologia amplia o acesso de todos a novos conhecimentos antes limitados, principalmente as pessoas de mais idade, isto é, como é de fácil manuseio, o Mecdaisy, além de contribuir para o ensino-aprendizagem de pessoas com deficiência, torna possível que todos, independente da intimidade que têm com a informática, possam usufruí-la.
    Há alguns relatos que o mecdaisy pode ser utilizado por professores de Matemática  para descrever gráficos, figuras geométricas de um modo muito facilitador para alunos cegos ou de baixa visão .

 Ações do MEC em prol da acessibilidade para pessoas com deficiência
Com esta ação, o MEC efetiva o disposto no artigo 58 do Decreto nº 5296/2004, que estabelece: "O Poder Público adotará mecanismos de incentivo para tornar disponíveis em meio magnético, em formato de texto, as obras publicadas no País".


O material também vai integrar o Acervo Digital Acessível – espaço virtual criado pela Universidade de Brasília (UnB) para pessoas com deficiência visual.

Documentos:
  • Acesse aqui o instalador do MEC/DAISY


Fontes: http://cadvmossoro.no.comunidades.net/index.php
Portal do MEC


Aguardem as fotos e maiores informações!!!!
Beijinhos carinhosos
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Primeira história em quadrinhos no Brasil completa 145 anos

Olá meus queridos, quantas saudades!!!

Ainda estamos de férias mas não podia deixar de postar essa reportagem que achei super, pois tem tudo a ver conosco, não é? Quem na sua infância não lia histórias em quadrinhos? Eu tinha coleções!!!

Angelo Agostini publicou seu desenho em 30 de janeiro de 1869.Se você quiser saber mais um pouquinho sobre esse cartunista, escritor e desenhista, acesse o link abaixo:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Angelo_Agostini


Há 145 anos, em 30 de janeiro de 1869, era publicada a primeira história em quadrinhos no Brasil. O autor foi o italiano, radicado no Brasil, Angelo Agostini (1843 - 1910).

Reportagem sequencial de Agostini de um incêndio em Itu que foi publicada no jornal O Cabrião - Reprodução

Reportagem sequencial de Agostini de um incêndio em Itu que foi publicada no jornal O Cabrião.
Segundo o professor de Relações Internacionais, Gilberto Maringoni, que fez seu doutorado sobre a vida e obra do desenhista, Agostini foi um artista múltiplo. "Ele era uma espécie de repórter visual. Desenhava os acontecimentos da semana e do cotidiano. E foi nesse cenário de cronista visual que ele começou a desenhar histórias em quadrinhos."
Em 1866, Agostini inicia a publicação de suas ilustrações no jornal semanal O Cabrião, o primeiro periódico brasileiro a utilizar a caricatura como forma de sátira política. "Ele fez uma reportagem sequencial de um incêndio em um hotel na cidade de Itu. Foi a partir disso que Agostini começou a criar uma narrativa com imagens", explica o professor.
Mas foi apenas em 30 de janeiro de 1869 que a primeira história em quadrinhos oficialmente conhecida no Brasil foi publicada. O jornal que veiculou o quadrinho chamava-se Vida Fluminense.
O personagem da primeira história sequencial de Agostini, feito em dois episódios, chamava-se Nhô-Quim. 'As aventuras de Nhô-Quim', título dado à sequencia, contava a saga de um jovem caipira de 20 anos que visita a corte do Rio de Janeiro.
Agostini desenhava a lápis em papel vegetal e decalcava suas ilustrações em cima de uma pedra. "Jogava-se ácido, criando uma chapa de metal que imprimia o desenho", conta o professor. A essa técnica, dá-se o nome de litografia.
Mariana Belley, de O Estado de S. Paulo

Na nossa Biblioteca tem muitos livros em quadrinhos. Venha nos fazer uma visitinha!
Separei alguns livros que acabaram de chegar do PNBE (Programa Nacional da Biblioteca Escolar) e tem muito mais!!!
Beijinhos carinhoso...








segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Soneto de Fidelidade em Espanhol

A nossa aluna, Larissa Barreto Gomes da turma 903 nos emocionou declamando em espanhol o Soneto de Fidelidade de Vinícius de Moraes.
 


Sobre todo para mi amor estaré atento

Antes, y com tal celo, y siempre, y tanto

Que aun enfrente del mayor encanto

De él se encante más mi pensamiento

Quiero vivirlo em cada vano momento

Y em su honor he de esparcir mi canto

Y reír mi risa y derramar mi llanto
A su pesar o a su contento.


Y así, cuando más tarde me busque

Quién sabe que muerte, angustia de quien vive

Quién sabe que soledad, fin de quien ama

Que pueda yo decirme del amor ( que tuve ):

Que no sea inmortal, puesto que es llama,

Pero que sea infinito mientras dure.





Queremos agradecer a profª Zildimar de espanhol pelo empenho e participação no "Café Literário'.


 Besito cariñoso...

domingo, 15 de dezembro de 2013

Autobiografias e biografias: histórias de vida!




Olá meus queridos, uma vez, ouvi de um professor de Literatura, que toda história de vida é um pouco épica. Afinal, obstáculos, desencontros e surpresas fazem parte da existência de todos nós.
Esses relatos de memória podem ser feitos pelo próprio autor, como ocorre na autobiografia, ou por outra pessoa, caso da biografia. Na primeira, a vida é contada por aquele que a viveu. Isso é mais complexo do parece. "As autobiografias possuem, como temática, as memórias no passado. Elas criam, por uma série de recursos, o efeito de identidade entre o autor, o narrador e a personagem principal", explica Mariana Luz Pessoa de Barros, pesquisadora em autobiografia, memória, tempo e literatura. "O narrador conta sua vida através do tempo, fala de um ‘eu’ que já se transformou, mas que não chega a ser outro", continua.
Nas autobiografias, há geralmente um narrador em 1ª pessoa, que relembra as suas memórias. Expressões como "eu me lembro", "nunca me esquecerei", entre outras, mostram o impacto que as lembranças têm sobre o próprio narrador. Essa distância que permite ao narrador questionar-se a respeito do que recriar. "Ele seleciona, filtra, escolhe, projetando para os leitores a imagem que deseja de si próprio", afirma Mariana.
Já na biografia, as memórias são contatadas por alguém que não vivenciou aquela experiência, mas a reconstrói a partir de relatos de outras pessoas, pesquisas, análises de documentos históricos, fotografias, etc. Apesar das semelhanças, há muitas diferenças entre ambas. A temática na biografia é a vida da personagem, o biografado, e não mais as memórias, já que, na biografia, não é narrado o que seria o passado lembrado do autor, mas o de outra pessoa. Daí o uso predominante da 3ª pessoa na narração da história. Disso resulta também que a obra não é organizada em função das lembranças e esquecimentos que formam a memória e o mais comum é que siga a ordem cronológica. A seleção daquilo que é narrado é feito pelo biógrafo a partir das informações de que dispõe e, principalmente, da imagem que deseja criar do biografado.
Confira o que eu descobri nas nossas prateleiras:

http://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/07/feia.htmlhttp://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/11/escondendo-edith.html



http://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/12/na-minha-cadeira-ou-na-tua_12.htmlhttp://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/12/santo-agostinho-uma-biografia.html

   Beijinhos carinhosos e reais... 


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