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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Nossa aluna Giovana indica Para gostar de ler - "Crônicas 1"


Olá meus queridos, 
hoje eu trago para vocês a cartinha da Giovana da turma 602. Um belo dia, ela chegou aqui na Biblioteca e se interessou  por um livro de crônicas. Disse que a sua professora de Português - Sandra Caetano, tinha selecionado algumas para a turma e curiosa pegou emprestado. Antes dela sair, eu pedi que se gostasse do livro que escrevesse uma cartinha pra mim. E agora eu transcrevo na íntegra pra vocês, fazendo um convite para vocês lerem: "Eu acho realmente que todos tem que ler esse livro porque este livro fala na maioria das crônicas sobre pássaros, e, quem gosta de animais, deve principalmente ler.
Tem duas crônicas que eu adorei. A primeira é "O pintinho" de Carlos Drummond de Andrade. E o outro é "História triste de Tuim" do escritor Rubem Braga. As duas são muito legais e emocionantes. Eu acho que foi meio chato pros autores escrever essas histórias deveriam ter finais felizes. Tomara que vocês gostem da minha redação."
Mais um pouquinho sobre o livro indicado pela Giovana.


Humor é o que não falta neste livro, que traz crônicas escritas por quem mais entende do assunto: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. É só ler estes textos para entender, afinal, o que é a crônica. Mas se precisar mesmo de uma definição, fique com esta: crônica é um texto tão gostoso de ler que dá até vontade de escrever.
Vou ficar devendo a foto da Giovana.
Abraços carinhosos 

domingo, 7 de julho de 2013

Para viver um grande amor

Olá meus queridos, esse ano em que comemoramos o Centenário de Vinícius de Moraes, trago um pouquinho dele pra vocês. Espero que gostem!
Pode-se dizer deste livro que ele é um clássico moderno. Publicado pela primeira vez em 1962, seu público leitor só fez crescer desde então. O título — Para viver um grande amor — parece exercer sobre nós um grande fascínio. Vinicius de Moraes não decepciona seu leitor. E talvez devêssemos acrescentar: ele nunca nos decepciona, alçando-nos, ao contrário, além de nossas expectativas. Para viver um grande amor estrutura -se de modo singular: alterna poesia e prosa. As crônicas guardam as marcas típicas do gênero, como a observação aguda do cotidiano e a linguagem despojada.
Mas, além disso, conforme o próprio Vinicius, “há, para o leitor que se der ao trabalho de percorrê-las em sua integridade, uma unidade evidente que as enfeixa: a do grande amor”.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Ignácio de Loyola Brandão





Já foi traduzido para várias línguas, entre elas o húngaro, o alemão e o coreano, e já teve livros e contos adaptados para o cinema e para o teatro. Também já conquistou vários prêmios literários com sua obra, entre eles o Prêmio Pedro Nava (da Academia Brasileira de Letras), o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Prêmio Jabuti. O autor acaba de ser eleito para a Academia Paulista de Letras.
Nascido no dia 31 de julho de 1936 na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, Ignácio de Loyola Lopes Brandão  era filho de Antônio Maria Brandão e Maria do Rosário Lopes Brandão. Tinha quatro irmãos. Sua carreira foi influenciada por seu pai, que o incentivou  a ler quando pequeno e montou uma biblioteca com 500 volumes, além de publicar histórias em jornais da região. Um pouco da infância de Ignácio pode ser conferida no conto “O menino que vendia palavras”, em que ele narra os episódios nos quais trocava palavras por figurinhas e bolinhas de gude com os companheiros de sala de aula.
Em 1952, consegue publicar uma crítica de sua autoria no jornal Folha Ferroviária. O texto em questão era sobre o filme “Rodolfo Valentino”. A publicação também foi utilizada pelo Correio Popular. Assim, Ignácio começa a se aventurar na escrita de críticas de filmes e reportagens para o Diário de Araraquara, O Imparcial, entre outros jornais. Ganha conhecimento em tipografia, paginação e acaba inaugurando uma coluna social.
Após mudar-se para a cidade de São Paulo em 56, consegue trabalho no jornal Última Hora, onde prestou serviços por quase dez anos. Um fato curioso ocorrido naquela época foi que, Ignácio, ao ser perguntado na entrevista se sabia inglês, disse que sim. Então, teve que utilizar o pouco que havia aprendido em filmes para entrevistar o General Eisenhower, que estava em São Paulo. No fim, conseguiu fazer a entrevista e acabou destacando-se na redação.
Ignácio vai para a Itália em 1957 para tentar arrumar trabalho como roteirista em Cinecittà, complexo de estúdios e teatros que fica na periferia de Roma. De lá, continua fazendo matérias para o Última Hora. Entre os assuntos abordados, fez coberturas, sinopses e alguns trabalhos para a TV Excelsior. Conhece a obra do diretor de cinema Federico Fellini, "Oito e Meio". Tempos depois, o escritor admite que o filme teve forte influência sobre "Zero", um de seus romances.
Retornou ao Brasil e começou a escrever “Os Imigrantes” junto a José Celso Martinez Correa, um amigo de sua cidade natal. No ano de 1988, publica “A rua de nomes no ar”, livro de contos e crônicas. Depois, encara o mercado editorial infanto-juvenil com “O homem que espalhou o deserto”. Naquele mesmo ano, o livro “Sonhando com o demônio” é publicado.
Em 2000, Ignácio de Loyola Brandão ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Contos e Crônicas pelo livro “O Homem que odiava a segunda-feira”.


http://www.ignaciodeloyolabrandao.com/

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Crônica


Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo uma ordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego "chronos" que significa "tempo". Nos jornais e revistas, a crônica é uma narração curta escrita pelo mesmo autor e publicada em uma seção habitual do periódico, na qual são relatados fatos do cotidiano e outros assuntos relacionados a arte, esporte, ciência, etc...
Os cronistas procuram descrever os eventos relatados na crônica de acordo com a sua própria visão crítica dos fatos, muitas vezes através de frases dirigidas ao leitor, como se estivesse estabelecendo um diálogo. Alguns tipos de crônicas são a jornalística, humorística, histórica, descritiva, narrativa, dissertativa, poética e lírica.
Na crônica humorística, o cronista escreve o texto apresentando uma visão irônica e bem humorada dos acontecimentos. Na literatura brasileira, escritores brasileiros que se destacam neste tipo de narrativa são Fernando Sabino, Luis Fernando Verissimo, Millôr Fernandes. Alguns outros famosos cronistas são Arnaldo Jabor, Martha Medeiros, Rubem Braga, entre outros.

Crônicas de Gelo e Fogo

As Crônicas de Gelo e Fogo (em inglês: A Song of Ice and Fire) é uma série de livros do gênero fantasia épica da autoria do escritor norte-americano George R. R. Martin. Os livros deram origem a um famoso seriado americano chamado A Guerra dos Tronos. Esta série é composta por sete livros, dos quais cinco já foram lançados. O autor prevê que o sexto será lançado em 2014.
1º - A Guerra dos Tronos;
2º - A Fúria dos Reis;
3º - A Tormenta das Espadas;
4º - Um Banquete para Corvos;
5º - Uma Dança Com Dragões;
6º - Os Ventos do Inferno;
7º - Um Sonho de Primavera.

Crônicas Saxônicas

Crônicas Saxônicas (em inglês: The Saxon Stories) é uma série de livros da autoria do escritor britânico Bernard Cornwell, famoso por ter escrito "As Aventuras de Sharpe", "As Crônicas de Artur" e "A Busca do Graal".
Seis livros pertencentes às Crônicas Saxônicas já foram lançados no Brasil: O Último Reino (2006), O Cavaleiro da Morte (2007), Os Senhores do Norte (2007) e A Canção da Espada (2008), Terra em Chamas (2010) e Morte dos Reis (2012).

As Crônicas de Nárnia

As Crônicas de Nárnia (The Chronicles of Narnia, no caso do título original em inglês), é uma série de sete livros de fantasia, escrita pelo autor britânico C. S. Lewis. Os livros abordam temas cristãos e  contém aventuras com elementos da mitologia grega e nórdica. Os três primeiros livros foram adaptados para o cinema.
Os sete livros da séries são os seguintes: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian, A Viagem do Peregrino da Alvorada, A Cadeira de Prata, O Cavalo e seu Menino, O Sobrinho do Mago, A Última Batalha.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Crônicas de Ignácio de Loyola Brandão

Ignácio de Loyola Brandão - Crônicas para Ler na Escola

Para quem gosta de crônicas mais um saboroso livro recheado delas com cenas cotidianas que são a matéria-prima das crônicas do escritor Ignácio de Loyola Brandão reunidas nesta antologia.Um homem é pego de surpresa pela chuva e, em vez de se abrigar, prefere ficar encharcado porque isso lhe dá a sensação de liberdade. Em outra história, uma moça interiorana se perde na geografia da metrópole. Podemos destacar as lembranças poéticas do autor. Você não pode deixar de nos fazer uma visitinha!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Crônicas de Carlos Heitor Cony

Crônicas para Ler na Escola. Foto: Marcelo Kura 
Olá meus queridos, dando uma olhadinha nas estantes da nossa Biblioteca do Liceu, encontrei um livro muito legal de crônicas, o texto simples e elegante de Carlos Heitor Cony é receita certa para o entretenimento. Nas crônicas reunidas nesta obra, ele transforma objetos e temas cotidianos - como um estojo escolar e um buraco no chão - em portas de entrada para histórias curiosas e divertidas. Por vezes, o estilo intencionalmente mal-humorado, como na crônica Do Rock, em que o autor encarna o estereótipo do pai ranzinza e às voltas com as peripécias da filha roqueira, é levado tão a sério que se torna engraçado. Uma forma perspicaz de chamar a atenção dos leitores numa idade em que as ideias contestadoras borbulham. 
Se você quiser saber mais um pouquinho sobre o autor Carlos Heitor Cony, visite a página "Autores" no nosso Blog.
Venha conferir!
Abraços Carinhosos!
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