"Lavoura Arcaica" é um texto em que se entrelaçam o novelesco e o lírico, por meio de um narrador em primeira pessoa - André, o filho encarregado de revelar o avesso de sua própria imagem e, conseqüentemente, o avesso da imagem da família. É sobretudo uma aventura com a linguagem: além de fundar a narrativa, a linguagem é também o instrumento que, com seu rigor, desorganiza um outro rigor, o das verdades pensadas como irremovíveis. Lançado em dezembro de 1975, Lavoura arcaica foi imediatamente considerado um clássico, uma revelação, dessas que marcam a história da nossa prosa narrativa , segundo o professor e crítico Alfredo Bosi.
Olá, meus queridos, a nossa biblioteca agora, tem um espaço especial para você ficar sabendo de tudo, desde a divulgação do nosso acervo de livros, os nossos projetos, até as novidades que estão bombando nas livrarias e na internet. Fique atento, vamos socializar experiências e saberes voltados à leitura! E tem mais: você vai ver como ler é muito legal! “Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca”. (Jorge Luis Borges)
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
De Paris, com amor
Olá
meus queridos, a profª Luciana, de francês trouxe para vocês um
belíssimo livro que nos leva aos caminhos do amor pelas ruas da cidade
de Paris.
No início, o bilhete foi curto e tímido. Seguiram-se outros e, aos poucos, eram os postais de Paris que levavam mensagens e sugeriam passeios. Uma viagem imaginária, na qual meandros da cidade correspondem às idas e vindas de um relacionamento amoroso que se inicia. "(...) Trata-se de uma história de amor. Só que escrita com A maiúsculo. Afinal, é com a palavra escrita, no espaço da sala de aula, que o livro nos faz realizar uma bela viagem. Uma homenagem à escola de verdade." (Jornal Proleitura/Unesp- Assis).
No início, o bilhete foi curto e tímido. Seguiram-se outros e, aos poucos, eram os postais de Paris que levavam mensagens e sugeriam passeios. Uma viagem imaginária, na qual meandros da cidade correspondem às idas e vindas de um relacionamento amoroso que se inicia. "(...) Trata-se de uma história de amor. Só que escrita com A maiúsculo. Afinal, é com a palavra escrita, no espaço da sala de aula, que o livro nos faz realizar uma bela viagem. Uma homenagem à escola de verdade." (Jornal Proleitura/Unesp- Assis).
É por estes postais de Paris, caminhando a beira do
Rio Sena ou visitando Notre-Dame que Melissa aos poucos revela o seu
amor ao Paulo Sergio e se surpreende.
E se você é
apaixonado por Paris não irá se arrepender, o livro descreve fielmente os
lugares mais lindos, e ainda se você faz aquele tipo que de Paris só conhece a Torre
Eiffel vai ser ótimo ler este livro e saberá que Paris tem muito mais a
oferecer.
Vamos nos apaixonar por Paris?
Beijinhos carinhosos...
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
O Velho e o Mar
Olá meus queridos, quem já leu "O Velho e o mar"? Encontrei esse vídeo na internet é um desenho animado, mas parece de verdade. Foi
feito pelo Alexandre Petrov, um desenhista russo. Ele desenha as pessoas, os
animais, as paisagens e faz suas animações “de uma forma muito realista”. Ele
pintou O Velho e o Mar no vidro, quadro por quadro, diz que durante
esse trabalho ele pintava, fotografava, apagava e pintava o próximo. Espero que gostem e depois leiam o livro.
Essa é a história de um homem que convive com a solidão do alto-mar, com
seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e sua inabalável
confiança na vida. Esse é o fio do enredo - fio tenso como o que prende
na ponta da linha o grande peixe que acaba de ser pescado - com o qual
Hemingway arma uma das mais belas obras da literatura contemporânea.
Há 84 dias que Santiago, um velho pescador, não apanhava um único peixe.
Por isso já diziam se tratar de um salao, ou seja, um azarento da pior
espécie. Mas Santiago possui têmpera de aço, acredita em si mesmo, e
parte sozinho para o mar alto, munido da certeza de que, desta vez, será
bem- sucedido no seu trabalho.
Dois anos após a publicação desse livro, que se tornou um clássico da
literatura contemporânea, Hemingway recebeu o prêmio Nobel de
Literatura.
Beijinhos carinhosos...
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
A Culpa é das Estrelas
Olá meus queridos, emocionante D+! Chorei com o trailler, imagina com o filme e o livro...

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina,
seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver
mais
alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento
do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel
se
chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo
de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno
infinito das páginas em branco de suas vidas.
Beijinhos carinhosos...
domingo, 15 de dezembro de 2013
Autobiografias e biografias: histórias de vida!
Olá meus queridos, uma vez, ouvi de um professor de Literatura, que toda história de vida é um pouco épica. Afinal, obstáculos,
desencontros e surpresas fazem parte da existência de todos nós.
Esses relatos de memória podem ser feitos pelo próprio autor, como
ocorre na autobiografia, ou por outra pessoa, caso da biografia. Na
primeira, a vida é contada por aquele que a viveu. Isso é mais complexo
do parece. "As autobiografias possuem, como temática, as memórias no
passado. Elas criam, por uma série de recursos, o efeito de identidade
entre o autor, o narrador e a personagem principal", explica Mariana Luz
Pessoa de Barros,
pesquisadora em autobiografia, memória, tempo e literatura. "O narrador
conta sua vida através do tempo, fala de um ‘eu’ que já se transformou,
mas que não chega a ser outro", continua.
Nas autobiografias,
há geralmente um narrador em 1ª pessoa, que relembra as suas memórias.
Expressões como "eu me lembro", "nunca me esquecerei", entre outras,
mostram o impacto que as lembranças têm sobre o próprio narrador. Essa
distância que permite ao narrador questionar-se a respeito do que
recriar. "Ele seleciona, filtra, escolhe, projetando para os leitores a
imagem que deseja de si próprio", afirma Mariana.
Já na
biografia, as memórias são contatadas por alguém que não vivenciou
aquela experiência, mas a reconstrói a partir de relatos de outras
pessoas, pesquisas, análises de documentos históricos, fotografias, etc.
Apesar das semelhanças, há muitas diferenças entre ambas. A temática
na biografia é a vida da personagem, o biografado, e não mais as
memórias, já que, na biografia, não é narrado o que seria o passado
lembrado do autor, mas o de outra pessoa. Daí o uso predominante da 3ª
pessoa na narração da história. Disso resulta também que a
obra não é organizada em função das lembranças e esquecimentos que
formam a memória e o mais comum é que siga a ordem cronológica. A
seleção daquilo que é narrado é feito pelo biógrafo a partir das
informações de que dispõe e, principalmente, da imagem que deseja criar
do biografado.
Confira o que eu descobri nas nossas prateleiras:
Beijinhos carinhosos e reais...
sábado, 14 de dezembro de 2013
Santo Agostinho - uma biografia
Olá meus queridos, para quem gosta de uma ler sobre a vida dos santos, essa biografia clássica foi originalmente publicada em 1967 e, há mais
de trinta anos, firmou-se como a narrativa-padrão sobre a vida e os
ensinamentos de Santo Agostinho - conhecido como o 'Santo da
Inteligência'. Este doutor da Igreja e filósofo viveu entre 354 e 430,
durante a dominação romana, em uma colônia sem tradição, na província da
Numídia, atual território da Argélia. Ele foi consagrado como grande
pensador da condição humana, por meio da investigação de temas como
conhecimento e amor; memória e presença; sabedoria; Deus e o destino do
homem.
Beijinhos carinhosos e cheios de ensinamentos...
domingo, 24 de novembro de 2013
Escondendo Edith
Escondendo Edith, mostra o drama de uma garota judia de seis anos que precisa enfrentar os horrores da Segunda Guerra Mundial
Edith Schwalb tem apenas seis anos quando Hitler invade a Áustria. De repente, a garotinha se vê obrigada a deixar uma vida confortável em Viena para entrar em uma rotina de fugas e incertezas. Primeiro, sua família se muda para a Bélgica, mas é perseguida e foge para a França.
Lá, o pai de Edith é preso pelos nazistas e enviado a um campo de concentração. Perante a difícil situação, a mãe de Edith resolve enviar seus filhos caçulas , Edith e Gaston, para um abrigo na cidadezinha de Moissac, que acolhe crianças judias.
Todos os cidadãos de Moissac guardam o segredo das crianças. A casa é dirigida pelo casal Shatta e Bouli Simon, que ensina às crianças técnicas para sobreviver.
Apesar de muito nova, Edith se depara com perguntas difíceis. Por que sua mãe a abandonou? Ela não a ama? Será que eles estão mesmo seguros em Moissac? Em quem confiar? Um dia sua família se reencontrará?
A partir da comovente história de Edith Schwalb, Kathy Kacer constrói uma narrativa emocionante, que mistura literatura e biografia.
Escondendo Edith tem o objetivo de mostrar os horrores do Holocausto para as crianças, para que episódios como este nunca mais voltem a acontecer.
Edith Schwalb tem apenas seis anos quando Hitler invade a Áustria. De repente, a garotinha se vê obrigada a deixar uma vida confortável em Viena para entrar em uma rotina de fugas e incertezas. Primeiro, sua família se muda para a Bélgica, mas é perseguida e foge para a França.
Lá, o pai de Edith é preso pelos nazistas e enviado a um campo de concentração. Perante a difícil situação, a mãe de Edith resolve enviar seus filhos caçulas , Edith e Gaston, para um abrigo na cidadezinha de Moissac, que acolhe crianças judias.
Todos os cidadãos de Moissac guardam o segredo das crianças. A casa é dirigida pelo casal Shatta e Bouli Simon, que ensina às crianças técnicas para sobreviver.
Apesar de muito nova, Edith se depara com perguntas difíceis. Por que sua mãe a abandonou? Ela não a ama? Será que eles estão mesmo seguros em Moissac? Em quem confiar? Um dia sua família se reencontrará?
A partir da comovente história de Edith Schwalb, Kathy Kacer constrói uma narrativa emocionante, que mistura literatura e biografia.
Escondendo Edith tem o objetivo de mostrar os horrores do Holocausto para as crianças, para que episódios como este nunca mais voltem a acontecer.
domingo, 10 de novembro de 2013
Romance policial
O romance policial tem ingredientes marcantes: crime, investigação e, no fim, a revelação de um malfeitor. Neste gênero literário, o eixo da narrativa é o processo de resolução de um mistério, geralmente sob a responsabilidade de um detetive.
Fisgando o leitor com doses precisas de medo, mistério e curiosidade,
o romance policial tem uma longa tradição. Seu precursor foi o
norte-americano Edgar Allan Poe (1809-1849), mais conhecido pelas
narrativas de terror, Seu
perspicaz detetive Dupin, de Assassinatos na Rua Morge, antecipou as técnicas de investigação que, mais tarde, seriam
aprimoradas por outros nomes de peso, como o britânico Arthur Conan
Doyle (1859-1930), criador da célebre dupla Sherlock Homes e Watson.
Autores clássicos como Doyle, a britânica Agatha Christie (1890-1976) e
o norte-americano Rex Stout (1886-1975), criador do detetive Nero
Wolfe, dominam com perfeição as técnicas narrativas de atrair e
surpreender o leitor, do início ao desfecho da trama, no momento da
revelação da identidade secreta do criminoso. Mas este gênero centenário
também continua a cativar escritores e seus leitores. No Brasil, o
principal expoente é Luiz Alfredo Garcia-Roza. Seu "Sherlock" carioca, o
introvertido Espinosa, é o protagonista de O Silêncio da Chuva, entre outros. O detetive de seus romances tem as
características peculiares e universais dos heróis do gênero, como a
solidão e a inteligência. Mas também tem brilho próprio. "Eu procurei
não fazer do Espinosa uma reprodução de um protagonista de algum romance
policial clássico. Ele não é um gênio como Nero Wolfe, mas um
investigador, que procura fazer da melhor maneira possível seu trabalho.
Ele é quase um anti-herói", diz Garcia-Roza.
O conto de Edgar Allan Poe (1809-1849), precursor do gênero policial,
narra um crime bárbaro: uma senhora frágil e idosa, e sua filha,
moradoras de uma rua de Paris, são brutalmente são assassinadas, sem
motivo aparente. O caso parece não ter solução, mas o detetive C.
Auguste Dupin assume a investigação e desvenda a charada.
Beijinhos cheios de suspense...
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
O Homem que Calculava
Olá meus queridos hoje eu trouxe para vocês, as proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir - o Homem que
Calculava - tornaram-se lendárias na antiga Arábia, encantando reis,
poetas, xeques e sábios. Neste livro, Malba Taham relata as incríveis
aventuras deste homem singular e suas soluções fantásticas para
problemas aparentemente insolúveis.
O Homem que Calculava - um clássico brasileiro, já traduzido para o inglês e espanhol - mantém o valor pedagógico comum a toda a obra de Malba Tahan, que, sem perder o clima de aventura e romance da terra das mil e uma noites, ensina matemática por meio da ficção.
Quando faço minhas pesquisas sobre as sinopses dos livros, costumo dar uma olhadinha nos comentários dos leitores, pois acho super importante. Vou transcrever uma parte de um relato e deixo o link para vocês darem uma espiadinha no Skoob e ler:
Silvio Almeida
15/09/2012
Entretenimento, Conhecimento e Espiritualidade
O Homem que Calculava, de Malba Tahan, pseudônimo do brasileiro Júlio César de Melo e Sousa é um livro SUBLIME.
Costumo tecer resenhas com ênfase maior no livro do que em minhas convicções pessoais, mas para este caso tomo a liberdade de agir em regime de exceção e defender uma posição mais pessoal sobre a leitura deste livro.
Logo no início da leitura fiquei me perguntando qual o motivo de tão valiosa obra ter sido omitida nos meus tempos de escola e depois ao longo da vida, mas ao final percebi que por ser há pouco tempo um cristão com certa maturidade pessoal e espiritual, somente agora poderia compreender a lógica por trás do enredo.
Esta obra reúne de maneira singular, Entretenimento, Conhecimento e Espiritualidade..."
http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/1155/mais-gostaram/
O Homem que Calculava - um clássico brasileiro, já traduzido para o inglês e espanhol - mantém o valor pedagógico comum a toda a obra de Malba Tahan, que, sem perder o clima de aventura e romance da terra das mil e uma noites, ensina matemática por meio da ficção.
Quando faço minhas pesquisas sobre as sinopses dos livros, costumo dar uma olhadinha nos comentários dos leitores, pois acho super importante. Vou transcrever uma parte de um relato e deixo o link para vocês darem uma espiadinha no Skoob e ler:
Silvio Almeida
15/09/2012Entretenimento, Conhecimento e Espiritualidade
O Homem que Calculava, de Malba Tahan, pseudônimo do brasileiro Júlio César de Melo e Sousa é um livro SUBLIME.
Costumo tecer resenhas com ênfase maior no livro do que em minhas convicções pessoais, mas para este caso tomo a liberdade de agir em regime de exceção e defender uma posição mais pessoal sobre a leitura deste livro.
Logo no início da leitura fiquei me perguntando qual o motivo de tão valiosa obra ter sido omitida nos meus tempos de escola e depois ao longo da vida, mas ao final percebi que por ser há pouco tempo um cristão com certa maturidade pessoal e espiritual, somente agora poderia compreender a lógica por trás do enredo.
Esta obra reúne de maneira singular, Entretenimento, Conhecimento e Espiritualidade..."
http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/1155/mais-gostaram/
E pra completar, ainda tem um vídeo muito legal!Assista!
Mil beijinhos calculados...
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Viver Melhor
Olá meus queridos, vamos entrar na aventura de Viver Melhor? Esse livro fala da amizade,
amor, sonhos, desejos e projetos dos jovens, do momento em que tudo tem
sabor de descoberta e as transformações são profundas. Assustados e, às
vezes, desorientados pela proximidade da vida adulta e suas
consequências, um grupo de adolescentes decide enfrentar a situação de
frente, exteriorizando seus conflitos e dúvidas - está criado o Viver
Melhor.
Pesquisando sobre o livro, achei uma resenha super legal, vou transcrever um pedaço pra vocês:
"O livro conta a história de um grupo de amigos, adolescentes, passando
por várias situações extremas de crises da puberdade. Uma história que
fala de amizade e dúvidas. Entre o redemoinho de emoções que vivem os
jovens, dentre outras personagens:
Cláudio = tímido, conciliador, não gostava de todas as matérias
que a escola oferecia, gostava de meditar... Apaixonado por Bianca,
porém nunca antes namorara, nem "ficara" com ninguém...
Bianca = Muito bonita, era a paixão secreta de Claudio. Engravida de um namorado e não sabe como contar para os pais a notícia.
Tininha = Era filha única. Sofreu com a separação dos pais e uma das melhores amigas de Claudio.
Fernando = Era um excelente jogador de vôlei, até que um grave acidente transformou sua vida e o deixou paraplégico.
Rê = Muito namoradora ou "pegadora" (popularmente conhecido, hoje).
É difícil ser "grande" enquanto se é "pequeno"... Para enfrentar essas
crises e novas descobertas pelas quais passam, nossas personagens criam
um grupo para exteriorizar sua emoções, compartilhar experiências e
encontrar, com os próprios amigos, soluções para seus problemas. Nasce
então o "Viver Melhor".
É um livro super envolvente. Indico esta leitura para todos os adolescentes.
Alguns trechos dos pensamentos de Cláudio, presentes no livro:
Pensamentos e sentimentos surgiram
embolados em grandes ondas […] entremeados com a imagem de Bianca e a
vontade de saber o que ela iria fazer da vida. Maldizendo a própria
timidez, pensou novamente em Adriano: “Do que ele fala que elas gostam
tanto? O que as garotas gostam de ouvir? Ou será que o papo não é o
principal, e o mais importante é o beijo? A Fabi escreveu na agenda que
desistiu do louro cabeludo porque não sabia beijar direito… E ainda
tinha o lance do mau hálito”. […]
“É muito fácil ouvir o problema dos
outros do que falar sobre as próprias dificuldades. Quem sabe a Tininha,
a Mara ou até o próprio Fernando podem me ajudar a vencer essa timidez.
Mas como apresentar o assunto? Tudo bem que as dores de amores sejam o
nosso assunto preferido, mas falar de mim é tão difícil! Tininha já teve
uma paixão não correspondida e ficou com dois meninos; Mara já ficou
com vários até namorou um deles. Elas até sabem que eu gosto da Bianca,
mas eu não consigo desabafar. Droga de timidez! Por que só me ataca
quando tento me aproximar da Bianca”.
[…]
Sentia-se perdido no meio da batalha
entre a vontade de namorar Bianca e a maldita timidez. Imaginou, mais
uma vez, Bianca sem Rafa: “E se eu perguntar se ela quer me namorar e
ela responder que não? Eu ficaria arrasado, não tenho dúvida. Mas seu eu
não criar coragem, quem garante que ela vai ficar me esperando?
[…]
“Coisa complicada, ser homem e ter que
tomar a iniciativa. […] Seria bem melhor ser seduzido… Bianca chegando
perto, dizendo que gosta de mim… Aí, pronto, não teria problema. Será?”
É! Ser adolescente não é fácil! (Ser adulto também não).
Pensamos que "certas" coisas só acontecem conosco. O fato é que todos
sentimos, vemos, pensamos praticamente as mesmas ideias. Não
compartilha-las é dar abertura para a não resolução de dilemas e a
frustração tomar conta de nosso crescimento.
A turma quer implantar o projeto "Viver Melhor" em sua escola, porém o
"sistema" não permite. Incrível! Como educar e acompanhar esse
crescimento se os próprios educadores não dão oportunidade a seus
estudantes?! O grupo conversa, então, com uma prima de Cláudio,
recém-formada em psicologia. Passam a fazer suas reuniões no salão de
festas do condomínio de um dos integrantes. Suas conversas são sobre
problemas com família, amigos, problemas dos outros, festas, paqueras,
passeios, alegrias, inseguranças... tudo o que mandasse o coração.
Um livro super recomendado. Leia!! Você vai gostar! (Sendo adolescente ou não!)"
http://poetizaoamor.blogspot.com.br/2012/09/resenha-14-viver-melhor-maria-tereza.html
Beijinhos carinhosos...
O que rola na escola
Olá meus queridos, você já mudou de escola? Sentiu alguma dificuldade? Vamos descobrir como Júlia, ao mudar de escola, não tem dificuldades em se entrosar com os
novos companheiros e forma com Nicanor, Fábio e Diego, um grupo ativo e bem-humorado.
Logo tornam-se quatro inseparáveis amigos e enfrentam vários desafios impostos por uma fase tão especial chamada adolescência.
O humor e o realismo são características marcantes deste livro, que
aborda de forma crítica e descontraída alguns temas, como a ética, a
cidadania, o vandalismo, as drogas, o namoro e o sexo, dentre outros
assuntos também de grande importância para os jovens.
O QUE ROLA NA ESCOLA vai fazer você rir, refletir, questionar e debater sobre as atitudes e decisões tomadas por Júlia e seus amigos.
Com certeza, você vai se identificar com um desses adolescentes. Ou,
quem sabe, com um pouco de cada um.
Beijinhos carinhosos...
Vida de Droga
Olá meus queridos, nesse livro vocês vão conhecer Dora, uma menina que possuía uma vida social de classe alta, mas tudo
muda quando seu pai perde o emprego e ela, começa sua vida no subúrbio,
onde ela conhece novos amigos, possui seu primeiro namorado. Mas Dora se
revolta com a forma de vida em que ela esta vivendo, seu pai se separa
de sua mãe, e o dinheiro não da para nada e sua mãe tem que arrumar um
emprego para sustentar sua família.
Esse livro retrata as consequências de nossas escolhas.
Esse livro retrata as consequências de nossas escolhas.
Beijinhos carinhosos...
À Procura da Felicidade
O livro À Procura da Felicidade inspirou o filme homônimo protagonizado
por Will Smith (indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de 2007).
A obra, que figurou no ano passado em várias listas americanas de best-sellers, conta a história de um homem obstinado em alcançar o sucesso em todos os aspectos da vida, mesmo tendo de lidar com traumas de uma infância dura, passando por uma juventude conturbada e várias dificuldades na vida adulta.
O personagem principal é o empresário Chris Gardner, nascido em um bairro periférico de Milwaukee (Wisconsin, Estados Unidos) e de família pobre e desestruturada. Hoje, dono de uma fortuna de 600 milhões de dólares e pai de uma "família feliz", ele conta que escreveu o livro para mostrar que a vontade e a dedicação pessoal superam quaisquer adversidades. "Meu sucesso é a prova de que, mesmo vindo de baixo, você pode alcançar todos os objetivos que traçar", conta. "O livro é uma inspiração para ajudar outros que têm ou tiveram o mesmo tipo de origem e família que eu tive."
Em texto informal e descontraído, a história oscila entre doces lembranças e momentos trágicos, mostrando um Chris "sonhador" em meio à violência de um padrasto alcoólatra, a discriminação racial, a adolescência durante a Revolução Sexual dos anos 70, o flerte com as drogas e o crime - aspectos que o filme não abordou.
Com o casamento, as dificuldades para conseguir um bom emprego e manter um bom padrão de vida para a esposa e o filho passaram a ser as maiores preocupações. Até tomar a decisão que mudaria sua vida: trabalhar na Bolsa de Valores, mesmo sem a formação educacional adequada. Começava assim sua batalha final "à procura da felicidade".
A obra, que figurou no ano passado em várias listas americanas de best-sellers, conta a história de um homem obstinado em alcançar o sucesso em todos os aspectos da vida, mesmo tendo de lidar com traumas de uma infância dura, passando por uma juventude conturbada e várias dificuldades na vida adulta.
O personagem principal é o empresário Chris Gardner, nascido em um bairro periférico de Milwaukee (Wisconsin, Estados Unidos) e de família pobre e desestruturada. Hoje, dono de uma fortuna de 600 milhões de dólares e pai de uma "família feliz", ele conta que escreveu o livro para mostrar que a vontade e a dedicação pessoal superam quaisquer adversidades. "Meu sucesso é a prova de que, mesmo vindo de baixo, você pode alcançar todos os objetivos que traçar", conta. "O livro é uma inspiração para ajudar outros que têm ou tiveram o mesmo tipo de origem e família que eu tive."
Em texto informal e descontraído, a história oscila entre doces lembranças e momentos trágicos, mostrando um Chris "sonhador" em meio à violência de um padrasto alcoólatra, a discriminação racial, a adolescência durante a Revolução Sexual dos anos 70, o flerte com as drogas e o crime - aspectos que o filme não abordou.
Com o casamento, as dificuldades para conseguir um bom emprego e manter um bom padrão de vida para a esposa e o filho passaram a ser as maiores preocupações. Até tomar a decisão que mudaria sua vida: trabalhar na Bolsa de Valores, mesmo sem a formação educacional adequada. Começava assim sua batalha final "à procura da felicidade".
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Para Sempre
A vida que Kim e Krickitt
Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993,
dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi
atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um
ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas.
Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e
ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia
de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se
casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a
mulher que amava.
Uma das passagens mais emocionantes é a persistência de Kim em
insistir com seu casamento, mesmo sua esposa se portando como uma
adolescente, magoando-o, tratando-o grosseiramente.
Como a vida pode dar voltas, e quando você está tranquilo, de repente quando menos esperar está no meio da tempestade, implorando por uma mão amiga que venha te socorrer.
Beijinhos carinhosos...
Como a vida pode dar voltas, e quando você está tranquilo, de repente quando menos esperar está no meio da tempestade, implorando por uma mão amiga que venha te socorrer.
Beijinhos carinhosos...
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A Grande Virada
Este livro fala de Valéria, uma garota como muitas
outras jovens que enfrenta problemas de relacionamento com seus pais.
Ela nem sempre se sente compreendida e amada por eles. O relacionamento
em família não vai muito bem, mas tem duas coisas lhe dão muito prazer:
jogar futebol e estar com seus amigos inseparáveis, Roseli e Rodrigo. Só
que de repente parece que tudo começa a virar de cabeça para baixo, a
curiosidade de experimentar novas sensações, um cigarrinho diferente e o
controle fugiu de suas mãos. Agora Valéria vai precisar de muita garra
para driblar a droga e dar uma grande virada em sua vida.
Beijinhos carinhosos...
A Corrente da Vida
Olá meus queridos, hoje trago para vocês um livro emocionante do Walcyr Carrasco, em que narra a história de Raquel, uma estudante que se aflige ao descobrir que
em sua escola existe um estudante, Nel, que é portador do vírus HIV e
em quem a AIDS já se manifestou. Ela e um amigo, Marcelo, resolvem
ajudar o colega a lutar contra o preconceito, a discriminação e a
desinformação, e assim tentando garantir o seu direito de viver em
sociedade.
Será que você vai chorar no final?
Beijnhos carinhosos...
sábado, 12 de outubro de 2013
Depois Daquela Viagem - Diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com AIDS
Olá meus queridos, hoje trago para vocês uma autobiografia. Você sabe o que é uma Autobiografia?
A autobiografia é a biografia escrita pela pessoa de quem a biografia fala, geralmente resulta de quando o autor procede ao levantamento de sua própria existência. O gênero da autobiografia inclui manifestações literárias semelhantes entre si, como confissões, memórias e cartas, que revelam sentimentos íntimos e a experiência do autor.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Biografia
Escolhi esse comentário para que vocês vejam de como o livro marca as pessoas que o leem: "Faz alguns anos que li este livro, mas sempre que lembro-me da história recordo de um trecho em especial: quando a menina que contraiu o virus da AIDS se vê perdida no tempo e nas suas escolhas e utiliza uma metáfora para que o leitor compreenda. Ela diz que é muito rápido e fácil fazer um bolo: você joga os ingredientes, prepara a massa, tudo normal. Mas quando você tem um determinado tempo para fazê-lo e há um relógio fazendo "tic tac", os ovos caem no chão, você olha para o relógio de 5 em 5 minutos e suja a cozinha de farinha... Enfim, fazer um simples bolo vira uma bagunça demorada, assim como a sua vida quando descobriu a doença: o "tic tac" não pára em sua cabeça. O limite de tempo a faz pensar demais, em vez de agir e deixar o rumo natural da vida a guiar, e isso, relatado em primeira pessoa, toca o leitor de uma maneira muito especial. "
http://www.skoob.com.br/livro/1041/
No tom coloquial próprio dos
jovens, Valéria Polizzi relata com bom humor e descontração as farras
com a turma de amigos, a dúvida entre "ficar" ou namorar, o despertar da
sexualidade, a angústia diante do vestibular e muitas coisas que
atormentam qualquer adolescente. Tudo isso seria perfeitamente natural
se não fosse por um pequeno detalhe que iria fazer uma enorme diferença:
Valéria contraiu AIDS aos 16 anos.
A autora mostra como, de repente, por causa de quatro letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com sua cabeça e com os seus sentimentos, ficando claro a sua resolução de preservar sua condição de ser humano a qualquer custo.
A autora mostra como, de repente, por causa de quatro letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com sua cabeça e com os seus sentimentos, ficando claro a sua resolução de preservar sua condição de ser humano a qualquer custo.
Tem um reservadinho pra você, lá na Biblioteca!
Beijinhos carinhosos...
domingo, 6 de outubro de 2013
Olá meus queridos, quem já leu “Eu, Christiane F., 13 Anos,
Drogada, Prostituída...”, livro sobre a sua vida de sexo e drogas, que
causou frisson em 1979, tornando-se um bestseller e adaptado ao cinema
em 1981?
Então, fiquem atentos, porque a alemã Christiane Felscherinow, de 51 anos, lançará, neste mês, na
Europa, uma nova autobiografia, que contará sobre sua vida, 35 anos
depois da publicação da primeira edição de “Eu, Christiane F., 13 Anos,
Drogada, Prostituída...”.
Entitulado “Christiane F. - Mein Zweites Leben”
(Christiane F. - Minha Segunda Vida), o novo romance conta como a alemã
viveu após o sucesso do primeiro livro, passando pelo nascimento de seu
filho (um jovem de 17 anos), o retorno ao mundo das drogas e sua
superação. Hoje, ela trabalha em grupos de apoio amparando jovens
usuários de drogas .
Christiane F. também
fala sobre as expectativas do público. “As pessoas parecem querer saber o
que aconteceu, sinto que preciso contar o que se passou desde aquela
época”.
Beijinhos carinhosos e até a sinopse de
“Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...”
“Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...”
terça-feira, 24 de setembro de 2013
O universo das histórias de terror!
Olá meus queridos, hoje trago para vocês um pouquinho sobre terror...
Vampiros, fantasmas, casas mal-assombradas e pactos com o Coisa-Ruim. O
universo das histórias de terror causa calafrios, mas é cativante.
Pudera! Quando as primeiras páginas de um livro enunciam "foi numa noite
de tempestade, à meia-noite", por exemplo, o leitor é desafiado a
mergulhar em um mundo secreto e misterioso. "Obras do gênero atraem
porque nos permitem viver, com segurança, experiências que não
gostaríamos de ter na vida real", diz o escritor Braulio Tavares,
estudioso da literatura fantástica. Mas por que, afinal, alguém gostaria
de ter experiências desse tipo? Na Antiguidade, o filósofo grego
Aristóteles (384-322 a.C.) já tentava responder esse aparente paradoxo.
Ele dizia que buscamos o medo da ficção para experimentar, depois, o
alívio de saber que estamos a salvo na vida real.
A dica de hoje é "O Médico e o Monstro"
Robert Louis Stevenson (1850-1894) - autor de clássicos como A Ilha do
Tesouro - dá vida à Dr. Henry Jekyll, um respeitável médico. Usando uma
poção, Jekyll se transforma num sujeito perigoso chamado Hyde, sob cuja
personalidade comete uma série de crimes. Durante algum tempo, é capaz
de retomar a personalidade original, mas a melhor parte de sua
personalidade se enfraquece gradualmente até que a poção que lhe permite
voltar a ser um homem bondoso falha. Por fim, ele se envenena quando
está prestes a ser desmascarado.
Estou te aguardando com o livro na mão!Vai encarar????
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Strega Nona - um conto italiano
![]() |
| Strega e seu caldeirão. Ilustração de Tomie de Paola. |
Olá meus queridos, hoje eu trouxe para vocês um conto italiano, recontado e ilustrado por Tomie de Paola, traz a simpática história de uma avó feiticeira possuidora de um
caldeirão mágico. Um caldeirão capaz de cozinhar sozinho um lindo
macarrão e só para de produzir o alimento quando Strega pronuncia um
encanto.
![]() |
| A fúria da macarronada. Ilustrado por Tomie de Paola. |
Como Strega Nona é italiana, a comida mais saborosa não podia deixar de ser macarrão, não é mesmo?Estou puxando sardinha para o meu lado, afinal, sou neta de italianos e tive uma nona linda...
Aí,
está pronta a salada (com o perdão do trocadilho!risos). Um caldeirão
que jorra macarrão, período medieval, bruxas, italianos e celtas... Mas
é aquilo. Grande parte das nossas histórias de fadas e bruxas vem da
mitologia céltica ou nórdica, então...
De
qualquer forma, Strega Nona consegue resolver todos os dilemas da
história com três doces beijinhos .Vale a pena ler, você pode encontrar de tudo. É
só ter olhos para ler!
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