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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

MECDAISY

Olá meus queridos, hoje eu trago uma grande novidade para vocês que acabou de chegar: Mecdaisy!
Estou apaixonada! Vou postar algumas fotos e maiores esclarecimentos. Ainda estou em fase de teste mas vou comentando aqui, fiquem tranquilos!!!!

O que é Mecdaisy?

O Mecdaisy é uma nova ferramenta digital de apoio ao trabalho pedagógico realizado na educação inclusiva, que facilita o acesso aos portadores de deficiência visual à leitura e ao mesmo tempo às novas tecnologias, hoje,  uma necessidade de todo cidadão.
    Recebendo o nome de mecdaisy, esse conjunto  de programas permite transformar qualquer texto disponível no computador em texto digital falado, excelente recurso auditivo alternativo a linguagem em braille, usada por cegos ouvintes, embora ainda permita ao usuário a opção em braille daquilo que está ouvindo.   Além dessas, o mecdaisy apresenta outras características próprias que o diferencia dos outros softwares como os recursos de navegabilidade que permite anotações e marcações de textos a partir de  movimentos de teclas de atalho ou do mouse.


O Ministério da Educação lança o Mecdaisy, uma solução tecnológica que permitirá a produção de livros em formato digital acessível, no padrão Daisy (Digital Accessible Information System), a ferramenta brasileira traz sintetizador de voz (narração) e instruções de uso em português brasileiro. O software permite converter qualquer texto em formato Daisy e, após a conversão, é possível manusear o texto sonoro de maneira semelhante ao texto escrito. “O Mecdaisy permite que o usuário folheie, consulte o índice, pesquise, faça comentários”, enumerou o analista de sistemas da UFRJ, João Sérgio Assis, que participou da equipe de desenvolvimento da ferramenta.
“Pelo depoimento de quem usa, sabemos que as pessoas com deficiência terão à disposição facilidades para manusear livros de maneira mais proveitosa”, afirmou o Fernando Haddad.
Desenvolvido por meio de parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ.
Este padrão apresenta facilidade de navegação pelo texto, permitindo a reprodução sincronizada de trechos selecionados, o recuo e o avanço de parágrafos e a busca de seções ou capítulos. Possibilita também, anexar anotações aos arquivos do livro, exportar o texto para impressão em Braille, bem como a leitura em caractere ampliado. Todo texto é indexado, facilitando, assim, a manipulação através de índices ou buscas rápidas.
Além dos benefícios do Mecdaisy às pessoas com deficiência visual ou física que podem ter acesso à leitura sob a forma de áudio e texto digital, destaca-se que está disponível a metodologia para geração de livros neste padrão, que poderá ser utilizada gratuitamente nas escolas e instituições de educação superior, para garantia da acessibilidade. 
 
Os interessados poderão baixá-la, gratuitamente, no portal do Ministério da Educação.
 
Alguns modos de utilização:

 Maria Machado comenta sobre o tema ressaltando que "qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em computação pode produzir livros digitais e ler as obras com mais autonomia". Deixa claro que o uso desta nova tecnologia amplia o acesso de todos a novos conhecimentos antes limitados, principalmente as pessoas de mais idade, isto é, como é de fácil manuseio, o Mecdaisy, além de contribuir para o ensino-aprendizagem de pessoas com deficiência, torna possível que todos, independente da intimidade que têm com a informática, possam usufruí-la.
    Há alguns relatos que o mecdaisy pode ser utilizado por professores de Matemática  para descrever gráficos, figuras geométricas de um modo muito facilitador para alunos cegos ou de baixa visão .

 Ações do MEC em prol da acessibilidade para pessoas com deficiência
Com esta ação, o MEC efetiva o disposto no artigo 58 do Decreto nº 5296/2004, que estabelece: "O Poder Público adotará mecanismos de incentivo para tornar disponíveis em meio magnético, em formato de texto, as obras publicadas no País".


O material também vai integrar o Acervo Digital Acessível – espaço virtual criado pela Universidade de Brasília (UnB) para pessoas com deficiência visual.

Documentos:
  • Acesse aqui o instalador do MEC/DAISY


Fontes: http://cadvmossoro.no.comunidades.net/index.php
Portal do MEC


Aguardem as fotos e maiores informações!!!!
Beijinhos carinhosos
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Primeira história em quadrinhos no Brasil completa 145 anos

Olá meus queridos, quantas saudades!!!

Ainda estamos de férias mas não podia deixar de postar essa reportagem que achei super, pois tem tudo a ver conosco, não é? Quem na sua infância não lia histórias em quadrinhos? Eu tinha coleções!!!

Angelo Agostini publicou seu desenho em 30 de janeiro de 1869.Se você quiser saber mais um pouquinho sobre esse cartunista, escritor e desenhista, acesse o link abaixo:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Angelo_Agostini


Há 145 anos, em 30 de janeiro de 1869, era publicada a primeira história em quadrinhos no Brasil. O autor foi o italiano, radicado no Brasil, Angelo Agostini (1843 - 1910).

Reportagem sequencial de Agostini de um incêndio em Itu que foi publicada no jornal O Cabrião - Reprodução

Reportagem sequencial de Agostini de um incêndio em Itu que foi publicada no jornal O Cabrião.
Segundo o professor de Relações Internacionais, Gilberto Maringoni, que fez seu doutorado sobre a vida e obra do desenhista, Agostini foi um artista múltiplo. "Ele era uma espécie de repórter visual. Desenhava os acontecimentos da semana e do cotidiano. E foi nesse cenário de cronista visual que ele começou a desenhar histórias em quadrinhos."
Em 1866, Agostini inicia a publicação de suas ilustrações no jornal semanal O Cabrião, o primeiro periódico brasileiro a utilizar a caricatura como forma de sátira política. "Ele fez uma reportagem sequencial de um incêndio em um hotel na cidade de Itu. Foi a partir disso que Agostini começou a criar uma narrativa com imagens", explica o professor.
Mas foi apenas em 30 de janeiro de 1869 que a primeira história em quadrinhos oficialmente conhecida no Brasil foi publicada. O jornal que veiculou o quadrinho chamava-se Vida Fluminense.
O personagem da primeira história sequencial de Agostini, feito em dois episódios, chamava-se Nhô-Quim. 'As aventuras de Nhô-Quim', título dado à sequencia, contava a saga de um jovem caipira de 20 anos que visita a corte do Rio de Janeiro.
Agostini desenhava a lápis em papel vegetal e decalcava suas ilustrações em cima de uma pedra. "Jogava-se ácido, criando uma chapa de metal que imprimia o desenho", conta o professor. A essa técnica, dá-se o nome de litografia.
Mariana Belley, de O Estado de S. Paulo

Na nossa Biblioteca tem muitos livros em quadrinhos. Venha nos fazer uma visitinha!
Separei alguns livros que acabaram de chegar do PNBE (Programa Nacional da Biblioteca Escolar) e tem muito mais!!!
Beijinhos carinhoso...








quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Biblioteca recebendo novos livros...



Olá meus queridos, estamos recebendo as obras literárias referente ao PNBE 2013. 
Em 2013 serão atendidas as escolas dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Serão formados 6 acervos distintos, com até 60 títulos cada, sendo 3 deles direcionados aos alunos dos anos finais do ensino fundamental e os outros 3 aos alunos do ensino médio com acervos de títulos de diversos gêneros literários, como contos, crônicas, romances, poemas e histórias em quadrinhos. As obras serão entregues também em formato digital acessível MecDaisy.
Você sabe o que é PNBE?
É um Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) tem como objetivo prover as escolas de ensino público das redes federal, estadual, municipal e do Distrito Federal, no âmbito da educação infantil (creches e pré-escolas), do ensino fundamental, do ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA), com o fornecimento de obras e demais materiais de apoio à prática da educação básica.
São distribuídos às escolas por meio do PNBE; PNBE do Professor; PNBE Periódicos e PNBE Temático acervos compostos por obras de literatura, de referência, de pesquisa e de outros materiais relativos ao currículo nas áreas de conhecimento da educação básica, com vista  à democratização do acesso às fontes de informação,  ao fomento à leitura e à formação de alunos e professores leitores e ao apoio à atualização e ao desenvolvimento profissional do professor.
Todas as escolas públicas cadastradas no censo escolar realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) são atendidas pelo programa sem necessidade de adesão.
O PNBE é composto pelos seguintes gêneros literários: obras clássicas da literatura universal; poema; conto, crônica, novela, teatro, texto da tradição popular; romance; memória, diário, biografia, relatos de experiências; livros de imagens e histórias em quadrinhos.
A distribuição dos acervos de literatura ocorre da seguinte forma: Nos anos pares são distribuídos livros para as escolas de educação Infantil (creche e pré-escola), anos iniciais do ensino fundamental e educação de jovens e adultos. Já nos anos ímpares a distribuição ocorre para as escolas dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio.

Aos amantes de romance, aventura, diários, quadrinhos, contos crônicas, clássicos, ficção, terror, biografias, relatos de experiências, enfim, vocês vão adorar!Tirei algumas fotos só pra deixar na curiosidade.
 










Beijinhos literários...

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