quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Primeira história em quadrinhos no Brasil completa 145 anos

Olá meus queridos, quantas saudades!!!

Ainda estamos de férias mas não podia deixar de postar essa reportagem que achei super, pois tem tudo a ver conosco, não é? Quem na sua infância não lia histórias em quadrinhos? Eu tinha coleções!!!

Angelo Agostini publicou seu desenho em 30 de janeiro de 1869.Se você quiser saber mais um pouquinho sobre esse cartunista, escritor e desenhista, acesse o link abaixo:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Angelo_Agostini


Há 145 anos, em 30 de janeiro de 1869, era publicada a primeira história em quadrinhos no Brasil. O autor foi o italiano, radicado no Brasil, Angelo Agostini (1843 - 1910).

Reportagem sequencial de Agostini de um incêndio em Itu que foi publicada no jornal O Cabrião - Reprodução

Reportagem sequencial de Agostini de um incêndio em Itu que foi publicada no jornal O Cabrião.
Segundo o professor de Relações Internacionais, Gilberto Maringoni, que fez seu doutorado sobre a vida e obra do desenhista, Agostini foi um artista múltiplo. "Ele era uma espécie de repórter visual. Desenhava os acontecimentos da semana e do cotidiano. E foi nesse cenário de cronista visual que ele começou a desenhar histórias em quadrinhos."
Em 1866, Agostini inicia a publicação de suas ilustrações no jornal semanal O Cabrião, o primeiro periódico brasileiro a utilizar a caricatura como forma de sátira política. "Ele fez uma reportagem sequencial de um incêndio em um hotel na cidade de Itu. Foi a partir disso que Agostini começou a criar uma narrativa com imagens", explica o professor.
Mas foi apenas em 30 de janeiro de 1869 que a primeira história em quadrinhos oficialmente conhecida no Brasil foi publicada. O jornal que veiculou o quadrinho chamava-se Vida Fluminense.
O personagem da primeira história sequencial de Agostini, feito em dois episódios, chamava-se Nhô-Quim. 'As aventuras de Nhô-Quim', título dado à sequencia, contava a saga de um jovem caipira de 20 anos que visita a corte do Rio de Janeiro.
Agostini desenhava a lápis em papel vegetal e decalcava suas ilustrações em cima de uma pedra. "Jogava-se ácido, criando uma chapa de metal que imprimia o desenho", conta o professor. A essa técnica, dá-se o nome de litografia.
Mariana Belley, de O Estado de S. Paulo

Na nossa Biblioteca tem muitos livros em quadrinhos. Venha nos fazer uma visitinha!
Separei alguns livros que acabaram de chegar do PNBE (Programa Nacional da Biblioteca Escolar) e tem muito mais!!!
Beijinhos carinhoso...








segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Soneto de Fidelidade em Espanhol

A nossa aluna, Larissa Barreto Gomes da turma 903 nos emocionou declamando em espanhol o Soneto de Fidelidade de Vinícius de Moraes.
 


Sobre todo para mi amor estaré atento

Antes, y com tal celo, y siempre, y tanto

Que aun enfrente del mayor encanto

De él se encante más mi pensamiento

Quiero vivirlo em cada vano momento

Y em su honor he de esparcir mi canto

Y reír mi risa y derramar mi llanto
A su pesar o a su contento.


Y así, cuando más tarde me busque

Quién sabe que muerte, angustia de quien vive

Quién sabe que soledad, fin de quien ama

Que pueda yo decirme del amor ( que tuve ):

Que no sea inmortal, puesto que es llama,

Pero que sea infinito mientras dure.





Queremos agradecer a profª Zildimar de espanhol pelo empenho e participação no "Café Literário'.


 Besito cariñoso...

domingo, 15 de dezembro de 2013

Autobiografias e biografias: histórias de vida!




Olá meus queridos, uma vez, ouvi de um professor de Literatura, que toda história de vida é um pouco épica. Afinal, obstáculos, desencontros e surpresas fazem parte da existência de todos nós.
Esses relatos de memória podem ser feitos pelo próprio autor, como ocorre na autobiografia, ou por outra pessoa, caso da biografia. Na primeira, a vida é contada por aquele que a viveu. Isso é mais complexo do parece. "As autobiografias possuem, como temática, as memórias no passado. Elas criam, por uma série de recursos, o efeito de identidade entre o autor, o narrador e a personagem principal", explica Mariana Luz Pessoa de Barros, pesquisadora em autobiografia, memória, tempo e literatura. "O narrador conta sua vida através do tempo, fala de um ‘eu’ que já se transformou, mas que não chega a ser outro", continua.
Nas autobiografias, há geralmente um narrador em 1ª pessoa, que relembra as suas memórias. Expressões como "eu me lembro", "nunca me esquecerei", entre outras, mostram o impacto que as lembranças têm sobre o próprio narrador. Essa distância que permite ao narrador questionar-se a respeito do que recriar. "Ele seleciona, filtra, escolhe, projetando para os leitores a imagem que deseja de si próprio", afirma Mariana.
Já na biografia, as memórias são contatadas por alguém que não vivenciou aquela experiência, mas a reconstrói a partir de relatos de outras pessoas, pesquisas, análises de documentos históricos, fotografias, etc. Apesar das semelhanças, há muitas diferenças entre ambas. A temática na biografia é a vida da personagem, o biografado, e não mais as memórias, já que, na biografia, não é narrado o que seria o passado lembrado do autor, mas o de outra pessoa. Daí o uso predominante da 3ª pessoa na narração da história. Disso resulta também que a obra não é organizada em função das lembranças e esquecimentos que formam a memória e o mais comum é que siga a ordem cronológica. A seleção daquilo que é narrado é feito pelo biógrafo a partir das informações de que dispõe e, principalmente, da imagem que deseja criar do biografado.
Confira o que eu descobri nas nossas prateleiras:

http://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/07/feia.htmlhttp://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/11/escondendo-edith.html



http://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/12/na-minha-cadeira-ou-na-tua_12.htmlhttp://bibliotecadolhc.blogspot.com.br/2013/12/santo-agostinho-uma-biografia.html

   Beijinhos carinhosos e reais... 


sábado, 14 de dezembro de 2013

Santo Agostinho - uma biografia


Olá meus queridos, para quem gosta de uma ler sobre a vida dos santos, essa biografia clássica foi originalmente publicada em 1967 e, há mais de trinta anos, firmou-se como a narrativa-padrão sobre a vida e os ensinamentos de Santo Agostinho - conhecido como o 'Santo da Inteligência'. Este doutor da Igreja e filósofo viveu entre 354 e 430, durante a dominação romana, em uma colônia sem tradição, na província da Numídia, atual território da Argélia. Ele foi consagrado como grande pensador da condição humana, por meio da investigação de temas como conhecimento e amor; memória e presença; sabedoria; Deus e o destino do homem.
Beijinhos carinhosos e cheios de ensinamentos...

Sonnet de Fidélite

Sonnet de Fidélite


Vinícius de Moraes-

 trad. Luciana F. Manhães

À toute chose, envers mon amour je serai attentif

Avant, et avec un tel zèle, et toujours, et autant

Que même devant la plus grande merveille

De lui s'émerveille plus ma pensée.
Je veux le vivre em chaque moment vain

Et à sa gloire éparpiller mon chant

Et rire mon rire et verser mês larmes

Sur ta détresse ou sur ta réjouissance.
Etainsi, lorsque plus tard me cherchera

Peut-être la mort, angoisse de celui qui vit

Peut-être la solitude, sort de celui qui aime
Je pourrai me dire de l'amour que j'ai eu:

Qu'il ne soit pas immortel, puisqu'il est flame

Mais qu'il soit infinit tant qu'il durera.


Belissíma apresentação dos alunos do 2º ano do Celemo - turma da manhã. Vocês nos emocionaram! Lindo!!!
Queremos agradecer a participação de vocês e da profª Luciana F. Manhães.

Ana Carolina Soares, Fernanda Manhães, Roberta Soares, Lucas Coutinho, Mariana Pereira e Pâmela Tavares.
 

Beijinhos carinhosos...

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Exposição de Arte do Liceu

Olá meus queridos, hoje eu trouxe para vocês um pouquinhos das fotos da "Exposição de Arte" do Liceu. Queremos parabenizar alunos e os professores, Clausner, Stefane, Vânia e Claudisséa por esse projeto. Belíssimos trabalhos!
























Beijinhos artísticos...

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Na Minha Cadeira ou na Tua?



Olá meus queridos, hoje trago para vocês uma história real. Aos dezenove anos, uma doença colocou uma cadeira de rodas no caminho de Juliana Carvalho. Sem esconder a vontade de desistir, este relato autobiográfico busca extrair humor e esperança das situações difíceis e expor uma mistura de tragédia e comédia que caracteriza a condição humana.
 Assista ao vídeo.Beijinhos carinhosos...

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