sexta-feira, 12 de abril de 2013

Fala Sério, Amiga!

As fãs pediram, choraram, imploraram e a carioca Thalita Rebouças não resistiu em escrever mais um pouco das divertidas histórias de sua mais cativante protagonista e com as quais toda adolescente se identifica. Malu, portanto, está de volta e, dessa vez, mais bem acompanhada do que nunca, afinal, quem tem amigas nunca está sozinha! 
Dessa vez, a filha da tia Ângela Cristina, Maria de Lourdes – ou simplesmente Malu, como gosta de ser chamada –, passa a limpo, com o bom humor e descontração que lhe são característicos, todo seu histórico de amizades. A cada página, a personagem puxa, da memória e do coração, tudo aquilo que vivenciou com suas melhores amigas – como Alice, Nanda, Duca e Helô –, da infância, ainda com 3 aninhos, até entrar na idade adulta, já com 21.
Algumas passagens do livro, dividido em pequenas crônicas, agrupadas conforme cada idade da personagem, são imperdíveis de tão deliciosas – como quando Malu, aos 8 anos, sente ciúme de uma amiga de Alice e se sente preterida; ou quando, aos 12, ganha uma festa surpresa que mais parece um pesadelo; ou quando, aos 13, tem um surreal diálogo "interrogativo" com Alice; ou ainda quando, aos 18, reencontrou (ou não?), numa casual ligação para reclamar da conta do celular, uma menina que estudara com ela aos 14 anos trabalhando como atendente de telemarketing da companhia de telefone.
Cômicas e, por vezes, "fofas", as histórias são factíveis e poderiam ter ocorrido com qualquer leitora, o que confirma, mais uma vez, o talento de Thalita Rebouças para escrever para o público adolescente, com quem faz sucesso absoluto. Assim, sejam ternos, engraçados, vergonhosos, surpreendentes, ridículos ou tão-somente memoráveis, cada um dos momentos vividos pela tijucana Malu são inesquecíveis. Até porque, para ela, "amizade é melhor que namoro, porque, se não houver nenhum contratempo pelo caminho, a gente sabe que é pra sempre". Vale aquela velha máxima: "amigos são a família que escolhemos".
Por fim, o gostinho de "quero mais" é inevitável! Afinal, depois de todas as páginas lidas, Thaliata torna Malu praticamente uma amiga das fãs de suas histórias. Amizade é tudo na vida! Disso, essa espirituosa protagonista sabe bem, já que viveu as mais variadas experiências com cada uma de suas amigas: rindo, chorando, brigando, brincando, pagando altos micos, curtindo e fofocando muito – como toda menina!

Rachel de Queiroz




Rachel de Queiroz (1910 - ) é uma das grandes escritoras da literatura brasileira. Já escreveu contos, romances, crônicas, peças de teatro, criticas literárias e livros infantis.
Nascida no Ceará, ela e sua família migram para o Rio de Janeiro no ano de 1917, fugindo de uma forte seca que assolava o Nordeste. Fatos como esse influenciariam profundamente sua literatura, que tem como uma de suas características mais marcantes o realismo com que aborda o homem nordestino e os problemas relacionados com a terra.
Rachel estreou no mundo literário muito jovem, aos 20 anos de idade, com seu romance O Quinze, que aborda temas como a seca e a pobreza.
Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, no ano de 1977, e já recebeu diversos prêmios literários.
Grande cronista, Rachel já publicou mais de duas mil crônicas, que deram origem a diversos livros. Dentre eles está Um alpendre, uma rede, um açude - Cem crônicas escolhidas
.

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Harry Potter foi incumbido pelo professor Dumbledore de uma tarefa funesta e aparentemente impossível: localizar e destruir os Horcruxes de Voldemort ainda existentes.
Assim, ele deixaria Aquele que não deve ser nomeado mais vulnerável. Para completar essa perigosa caçada, ele vai contar apenas com a ajuda de seus fiéis amigos Ron e Hermione e de alguns objetos enigmáticos dados pelo diretor de Hogwarts. Será que eles vão conseguir destruir o Lorde das Trevas?

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Livro 7: Princesa Charlote e a Rosa Encantada


Princesa Charlote mal podia esperar para ver suas amigas no primeiro dia de aula nas Torres de Prata, mas parece que seu cocheiro não a deixou no lugar certo. Charlote não avistava nenhuma das meninas e para piorar, uma chuva começou a cair. E que linda flor é essa que Charlote encontrou pelo caminho? Depois de muitas aventuras, entre acidentes e desencontros, as princesas aprendem que sempre vale a pena dizer a verdade.

Cyberbullying


Visitando o Blog Garagem Social encontrei esse vídeo maravilhoso sobre Cyberbullying e Bullying. Vale a pena visitar o Blog.
 
Vamos combater juntos o Bullying!


Cartilha: Bullying

No site do Dr. Lauro Monteiro, Observatório da Infância, há cartilha maravilhosa sobre Bullying, muito informativa e esclarecedora. 
No site você encontra um riquíssimo acervo de recursos para se informar melhor e trabalhar o tema em sua escola.
Vale a pena visitar!

Professor(a), é só imprimir e utilizar com seus alunos.
Clique AQUI para baixar a cartilha.

Imprima também este TESTE e veja como está o seu conhecimento e o dos seus alunos sobre o tema.

Quer saber mais sobre o assunto? Acesse o site: http://www.observatoriodainfancia.com.br



Fonte: 
Acessado em 10 de outubro de 2011

sábado, 6 de abril de 2013

Harry Potter e o Cálice de Fogo


Esse é o quarto volume, que revela ainda mais segredos sobre a vida e o destino do bruxo que, quando bebê, conseguiu impedir que o império do maquiavélico Lorde Voldemort se instaurasse. Mas como isso ocorreu? Por que Harry Potter é tão especial?
Nessa nova aventura, Harry terá desafios de sobra com os quais se preocupar depois de ter sido inexplicavelmente escolhido para competir no Torneio Tribruxo. Feitiços, novos personagens, um amor em vista e muito mistério completam a extensa trama.

Olavo Bilac



Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac (1865-1918) é dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e o autor de nosso Hino à Bandeira. Foi jornalista e poeta. Fundou diversos jornais que duraram pouco tempo. Sempre esteve muito envolvido com política, chegando a ser perseguido e preso. É um dos principais representantes do Parnasianismo brasileiro, merecendo destaque poesias como Via-Láctea, Profissão de Fé e O caçador de esmeraldas.
Bilac escreveu, também, diversas crônicas. Precisou, entretanto, simplificar bastante a linguagem rebuscada que costumava usar em seus poemas e textos em prosa. Essa maleabilidade de Bilac é um bom exemplo da adaptação que os escritores tinham (e ainda têm) de fazer na hora de escrever crônicas a fim de tornar o texto mais descontraído e simples. 
Acesse: www.releituras.com/olavobilac_menu.asp
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