domingo, 13 de outubro de 2013

Quando Ela Se Foi

Dez anos atrás, Myron Bolitar e Terese Collins fugiram juntos para uma ilha. Durante três semanas, eles se entregaram um ao outro sem pensar no amanhã.Depois disso, eles se reencontraram apenas uma vez, quando Terese ajudou Myron a salvar seu filho. E ela foi embora, sem deixar vestígios.Agora, no meio da madrugada, ela telefona: “Venha para Paris”.
Terese pede a ajuda de Myron para localizar o ex-marido, Rick Collins, que telefonara depois de anos implorando que ela o encontrasse em Paris. Eles logo descobrem que Rick foi assassinado e que Terese é a principal suspeita do crime.
Mas algo ainda mais atordoante é revelado: perto do corpo havia longos fios de cabelo louros e uma mancha de sangue que o exame de DNA revelou pertencer à filha do casal. Só que sua única filha morrera em um acidente de carro muitos anos antes.
Logo Myron se vê perseguido nas ruas de Paris e de Londres. As agências de segurança de quatro países parecem querer as mesmas informações de que ele precisa para desvendar a morte de Rick e o destino da filha que Terese pensava ter perdido para sempre.
Em uma busca desesperada, Coben cria um mundo de armadilhas imprevisíveis em que conflitos religiosos, política internacional e pesquisas genéticas se mesclam a amizade, perdão e a chance de um novo começo.
Beijinhos carinhosos...

sábado, 12 de outubro de 2013

Depois Daquela Viagem - Diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com AIDS


Olá meus queridos, hoje trago para vocês uma autobiografia. Você sabe o que é uma Autobiografia?

A autobiografia é a biografia escrita pela pessoa de quem a biografia fala, geralmente resulta de quando o autor procede ao levantamento de sua própria existência. O gênero da autobiografia inclui manifestações literárias semelhantes entre si, como confissões, memórias e cartas, que revelam sentimentos íntimos e a experiência do autor.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Biografia

Escolhi esse comentário para que vocês vejam de como o livro marca as pessoas que o leem: "Faz alguns anos que li este livro, mas sempre que lembro-me da história recordo de um trecho em especial: quando a menina que contraiu o virus da AIDS se vê perdida no tempo e nas suas escolhas e utiliza uma metáfora para que o leitor compreenda. Ela diz que é muito rápido e fácil fazer um bolo: você joga os ingredientes, prepara a massa, tudo normal. Mas quando você tem um determinado tempo para fazê-lo e há um relógio fazendo "tic tac", os ovos caem no chão, você olha para o relógio de 5 em 5 minutos e suja a cozinha de farinha... Enfim, fazer um simples bolo vira uma bagunça demorada, assim como a sua vida quando descobriu a doença: o "tic tac" não pára em sua cabeça. O limite de tempo a faz pensar demais, em vez de agir e deixar o rumo natural da vida a guiar, e isso, relatado em primeira pessoa, toca o leitor de uma maneira muito especial. "

http://www.skoob.com.br/livro/1041/ 

 


No tom coloquial próprio dos jovens, Valéria Polizzi relata com bom humor e descontração as farras com a turma de amigos, a dúvida entre "ficar" ou namorar, o despertar da sexualidade, a angústia diante do vestibular e muitas coisas que atormentam qualquer adolescente. Tudo isso seria perfeitamente natural se não fosse por um pequeno detalhe que iria fazer uma enorme diferença: Valéria contraiu AIDS aos 16 anos.
A autora mostra como, de repente, por causa de quatro letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com sua cabeça e com os seus sentimentos, ficando claro a sua resolução de preservar sua condição de ser humano a qualquer custo.
Tem um reservadinho pra você, lá na Biblioteca!
Beijinhos carinhosos...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Audiobook - O Caçador de Pipas


Olá meus queridos, hoje trago para vocês mais um título de audiobook disponível em nossa Biblioteca, "O Caçador de Pipas" que conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai.
Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade.
Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas.
E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção.
Venha nos fazer uma visitinha.
Beijinhos carinhosos e sonoros...

domingo, 6 de outubro de 2013

Olá meus queridos, quem já leu “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...”, livro sobre a sua vida de sexo e drogas, que causou frisson em 1979, tornando-se um bestseller e adaptado ao cinema em 1981?
Então, fiquem atentos, porque a alemã Christiane Felscherinow, de 51 anos, lançará, neste mês, na Europa, uma nova autobiografia, que contará sobre sua vida, 35 anos depois da publicação da primeira edição de “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...”.
Entitulado “Christiane F. - Mein Zweites Leben” (Christiane F. - Minha Segunda Vida), o novo romance conta como a alemã viveu após o sucesso do primeiro livro, passando pelo nascimento de seu filho (um jovem de 17 anos), o retorno ao mundo das drogas e sua superação. Hoje, ela trabalha em grupos de apoio amparando jovens usuários de drogas .
A obra narra ainda episódios importantes na vida de sua protagonista, como a viagem dela a Nova York para a estreia do filme baseado no primeiro livro, um show exclusivo do AC/DC que ganhou de presente, suas participações em diversos programas de televisão e seu desejo de se tornar cantora e atriz.
A nova autobiografia foi escrita com ajuda de Sonja Vukovic, que gravou cerca de 400 horas de entrevistas com Christiane, amigos e familires. A escritora e jornalista teve também, durante os últimos três anos, acesso irrestrito ao apartamento da protagonista para ajudá-la na composição da autobiografia. A expectativa é que o livro seja publicado nos próximos dias na Europa.
 “Depois de 35 anos ainda não estou morta. Ninguém acreditaria que eu chegaria aos 50 anos. Muitas pessoas mudaram, perdi muitas pessoas importantes em minha vida nos últimos anos, mas um monte de coisas boas foram acontecendo para mim”, comenta ela.
Christiane F. também fala sobre as expectativas do público. “As pessoas parecem querer saber o que aconteceu, sinto que preciso contar o que se passou desde aquela época”. 
Beijinhos carinhosos e até a sinopse de
“Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...”

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Primavera - Cecília Meireles


A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.


Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
Cecília Raul Meireles

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Animações de Contos - Machado de Assis


Olá meus queridos, vamos um pouquinho de Machado de Assis? Adorei e resolvi compartilhar com vocês! Assista e fique ligadinho nas novidades na TV Escola!  
Em breve, adaptações animadas dos contos de Machado de Assis. Você conseguiria adivinhar sobre qual conto este vídeo está falando?



A Vida na porta da Geladeira

Olá meus queridos,  hoje trago para vocês o livro que eu estou lendo, "A Vida na posta da geladeira" de Alice Kuiper . Semana passada, uma aluna nossa do 2º ano, chegou na biblioteca e disse assim:  - "Oi, Tia, estava com saudades, ainda bem que a biblioteca já está aberta. O que a senhora me indica hoje?Quero um livro triste." Olhei pra ela, e disse: - triste, minha linda. Você não gosta de vampiros? Tem um aqui muito bom - contei um pouquinho da história e os olhinhos dela brilharam - só não sei onde está depois da nossa nova arrumação. Ela riu, escolheu outro e pediu: - "Quando achar guarda pra mim." Quando ela saiu, fiquei procurando até encontrar, e por curiosidade, comecei a ler. Fiquei ali, em pé, perto do estante lendo e chorando, acreditam? Chorei não só porque realmente a história é triste mas porque percebi que existem muitas famílias assim. Vi amor mas um amor distante, frio. Frio, porque não há contato. Não se tem tempo! Qual seria o valor desse tempo? O que anda acontecendo nas nossas famílias? O que é mais importante: o trabalho, ganhar dinheiro ou o estar junto? Estar junto em todos os momentos, bons e ruins. Será que precisa acontecer algo grave, como uma doença que muitos nem gostam de falar o nome pra que as pessoas mudem? A vida passa rápido! A solidão de hoje é diferente. A partir do livro, parei pra pensar na minha família e fiquei feliz! Aqui em casa, quase não tem bilhete. Temos o contato físico, falamos, brincamos, brigamos...
O livro nos leva a repensar. Repensar o que fazemos, como fazemos, com quem fazemos. Vale a pena ler! Ele é em forma de bilhetinhos. Estou lendo de novo, agora mais devagar. 


Claire, de 15 anos, e sua mãe têm uma rotina muito atribulada. Nos raros momentos em que a mãe está em casa (ela é obstetra), a filha está na escola, com amigos ou com o namorado. Resultado: as duas quase não se veem e se comunicam deixando recados na porta da geladeira. Esses recados vão desde cobranças banais [Oi, MÃE! (Que eu NUNCA MAIS vi!)] até revelações tocantes e contundentes por parte de mãe e filha durante o penoso tratamento do câncer de mama da mãe, num ano que se revelará decisivo para as duas. Em seu romance, Kuipers capta a ansiedade por trás da tragédia e revela a importância de viver a vida intensamente, lembrando ao leitor a necessidade de encontrarmos tempo para as pessoas que amamos mesmo em momentos de dificuldade e desafios.
Beijinhos cheios de lágrimas...
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